sábado, 26 de maio de 2012

2 Spoilers: 7ª temporada episódios 23 e 24

Oi!
Gente,to qui,turbinada,com 2 episódios em mão!
Aqui estão eles:


“Sempre ouvi que todo fim também é um começo. Só não sabemos disso na hora. Gostaria de acreditar que é verdade.” – Emily Prentiss
Spoilers Abaixo:
Incrível como “imprevistos” só acontecem quando você está de folga não é? Todos os integrantes da BAU curtindo seu (único) dia de folga (comentários sobre isso na extensa lista de p.s.) quando vem um bando de assaltantes/serial killer pra estragar o dia deles. Finalmente Criminal Minds apresentou um episódio (na verdade dois) muito acima da média e com todos os quesitos que eu sempre pedia. E posso dizer sem dúvidas de que foi o melhor de toda a temporada. Ou seja, ruim para eles, ótimo para nós!
Posso dividir esses 85 minutos entre duas pessoas. A primeira delas, a melhor unsub da temporada: a sociopata Izzy Rogers! Tricia Helfer foi fantástica dando vida a essa personagem. Uma mulher manipuladora, fria, calculista, egocêntrica e muito, mas muito inteligente. Desde o começo dava para perceber que apesar dela não estar no comando da operação era ela quem mandava e manipulava para que tudo ficasse do seu jeito. Izzy já tinha uma lista extensa dos crimes cometidos no exterior e não parou nos EUA. Achei incrível o fato de ela conseguir fazer todos os assaltos em datas significativas para ela e o namorado. E tudo que os dois faziam era relacionado ao relacionamento, algo até meio romântico demais. Eu teria ficado muito feliz se ela tivesse fugido, já que ela é o tipo de unsub que volta para atormentar. Uma pena que ela foi presa!
E é claro, a outra dona da season finale atende por Jennifer Jareau. Tudo esteve relacionado a ela e a família. Desde o envolvimento direto do Will em boa parte da ação até ao casamento (e aqui eu confesso que nem lembrava que ela já tinha recusado uma proposta do Will). Ficou bem explícita nesses dois episódios toda a evolução que a personagem teve durante a temporada e gostei muito dela tomando decisões e resolvendo situações ela mesma. Não tenho dúvidas de que JJ conseguirá ofuscar a falta da Emily futuramente se ela continuar sendo a agente que foi durante esses últimos episódios. A interação entre ela, o Henry (que é o filho dela na vida real e que se saiu muito bem como ator mirim) e o Will foi muito boa. A química da A.J. Cook e do Josh Stewart foi tão ótima que eu fui até procurar pra ver se não era ele o marido dela na vida real (pra quem não sabe assim como eu: não, não é). Fiquei muito feliz com o destaque dado a ela, que sempre foi a minha personagem favorita, e ainda mais feliz ao ver que ela correspondeu e fez de “Hit/Run” um ótimo encerramento da temporada que foi toda dela!
Ao final do episódio a tão comentada saída da Paget Brewster se concretiza. Sempre gostei muito da personagem, muito decidida, forte física e mentalmente, corajosa, muito esforçada… Posso continuar a elogiando por um bom tempo, mas não é essa a minha intenção. Emily Prentiss teve uma história muito boa e consistente em Criminal Minds e atraiu a minha simpatia desde que substituiu a sem sal da Elle. Sei que foi uma decisão da atriz, mas essa escolha se deu à palhaçada que a CBS protagonizou no último ano. Infelizmente para mim e para os inúmeros fãs da Paget (e pelo o que eu li, alguns inclusive vão boicotar a série na próxima temporada por causa disso) não tem mais jeito e a partir do próximo ano, sem querer ser clichê, vou sentir um vazio dentro da equipe. O que ajuda a aliviar foi à maneira de como se deu a saída da Emily da série. Não foi nada que a impeça de retornar futuramente e acredito (e torço muito) que ela ainda irá voltar para algumas participações. Os minutos finais foram muito bonitos. O contraste entre a equipe se divertindo e a expressão de dor da Prentiss pela saída foi muito bem feita. A música “As it Seems” de Lily Kershaw se encaixou perfeitamente na cena, que foi uma das mais emocionantes de toda a série. E deixo aqui a minha humilde homenagem/despedida à Emily Prentiss, e consequentemente Paget Brewster, dizendo que irei sentir muita falta, agradecendo por esses anos e desejando tudo de bom para a atriz nos novos projetos.
Mas tenho que ressaltar alguns pontos negativos. Foram pequenos, mas se eu estou citando aqui é porque chegou a incomodar. A primeira foi de mandarem o paramédico/agente tentar enfrentar sozinho os dois assaltantes que já tinham matado umas três pessoas.  Alguém sequer pensou que isso iria funcionar? Muita burrice! Outro foi que COMO que ninguém percebeu que os unsubs estavam fugindo da cena do crime com um carro do próprio FBI??? Ok, alguém pode argumentar que tinha sido logo após a explosão e eles não estavam focados nisso, mas mesmo assim. Agentes federais saindo do local quando mais precisam de ajuda é no mínimo estranho. E eu sei, a Garcia é muito boa, mas a rapidez que ela descobriu o nome dos dois homens… Ham!
E o mais importante: eles deveriam ter acabado a temporada no episódio 23. Só faltou isso para ser perfeito! Ia ter uma baita de um cliffhanger e todo mundo estaria louco neste momento esperando setembro. E não seria nada que atrapalhasse gravação, contrato ou algo do tipo. Fariam exatamente tudo igual, com a exceção de passar o episódio “Run” como season premiere da oitava temporada. A produção poderia ter feito algo que foi excelente em perfeito, que pena.
Se Criminal Minds tinha pecado nos dois últimos episódios com tramas displicentes, em Hit/Run a série consegue fechar uma sétima temporada oscilante de forma excelente. Muita ação, explosão, tiro, luta, casamento e, talvez o mais importante, muita emoção com a saída da Emily. Agradeço a companhia de todos vocês que leram e comentaram nas reviews, peço desculpas por equívocos e por qualquer outra coisa que pode ter chateado alguém. Espero que vocês tenham gostado assim como eu gostei e me diverti fazendo as resenhas. Em setembro estarei aqui de volta e torço para que vocês também! Até lá õ/
p.s.1: vi a abertura apenas para ver Paget Brewster pela última vez ;x #drama
p.s.2: tá valendo a pena ser detetive e agente do FBI nos EUA, hein. Vocês repararam na casa do Will e da JJ? Uaaau!
p.s.3: o Jack que teve que pedir pra namorada do pai passar a noite ali. Tá feio o negócio pro Hotch…
p.s.4: que rápido o Kevin não? Já está com outra…
p.s.5: meu Deus, o Reid e a Garcia são MUITO nerds!
p.s.6:  ser trollado pelo Rossi… Fiquei com muita pena dos dois.
p.s.7: OMG, Strauss e Rossi????? Agora estou com muita pena do Rossi!
p.s.8: me perdoem o palavrão, mas que porra de tiro foi aquele? No meio da testa 
p.s.9: muito estranho os assaltantes falando com aquelas máscaras, parecia até dublagem.
p.s.10: é SEMPRE a mulher quem manda! Exemplo: JJ só olha e diz “Aaron”. E eles fizeram o que ela queria haha
p.s.11: para quem gosta do Will, assim como eu, uma ótima notícia: depois desse episódio ficou comprovado que ele nunca irá morrer.
p.s.12: Izzy traumatizou o pequenino Henry para sempre!
p.s.13: revendo o episódio pude notar o casal de velinhos entrando no banco e indo para o cofre, algo que não tinha percebido anteriormente.
p.s.14: “you’re good Emily Prentiss”

sábado, 19 de maio de 2012

Criminal Minds | 7ª Temp. | Ep. 22 | Legenda Português

Oi gente,como eu sou meio estúpida,esqueci de por esse spoiler também e vou por aqui mesmo ness postagem DE NOVO pra variar.
Aqui está a URL do site:
http://www.youtube.com/watch?v=6he8OYy3n84

E o spoiler:


Assim que terminei de assistir a review a minha reação foi tentar descobrir o porquê desse episódio estar passando uma semana antes da season finale da sétima temporada! Não só ficou perdido dentro dessa temporada, como ficou em todo o andamento da série. Um episódio como esse deveria ter sido exibido no começo da série, afinal não passou de uma explicação e de uma aula de como a BAU trabalha. Alguém aqui não sabia o que é um serial killer? Ou da famosa tríade (incêndio, crueldade com animais e urinar na cama)? Ou então que quase todos os assassinos vinham de uma família abusiva e/ou desestruturada? Depois de sete anos acompanhando a série isso me soou quase como uma ofensa! Esse episódio deveria ter passado na primeira, no máximo na segunda temporada. Fiquei totalmente decepcionada com a perda de noção de tempo.
Mas apesar de já ter começado a review criticando, eu gostei do episódio (o que não vai parecer porque neste momento só me surgem críticas). Se eu comparar com o episódio da semana passada eu diria que amei “Profiling 101”. Primeiro que era uma história verossímil; Segundo: o unsub da semana era de impor muito respeito, afinal sequestrar, torturar e matar 101 mulheres durante quase 20 anos não é para poucos. A carga dramática também foi alta, se considerar os diálogos entre Rossi e o Womb Raider. Há tempos eu pedia um serial killer como Tommy e ele nos foi dado. O problema é a maneira de como isso aconteceu. Ao em vez de fazerem uma caçada, em um ritmo alucinante e podendo durar mais de um episódio, a história foi mostrada pela lembrança do Rossi e dos demais. E isso acabou quebrando o ritmo, principalmente pra mim que já tinha visto a promo e sabia que o Rossi em algum momento do episódio ia falar com o unsub, ou seja, que ele já estava preso.
Outra coisa que acabou me incomodando foi a interação do time com os alunos. O único momento em que me pareceu real foi quando Rossi sai pela primeira vez do palco e a Prentiss gagueja por ser uma situação inesperada. No resto… A própria BAU soou meio falso com todos sincronizados. E eu duvido muito que eles tenham treinado para isso, já que eles não têm tempo. Mas pior ainda foram os alunos. Alguns atores bem fraquinhos e outros personagens muito chatos (estou falando de você Zimmerman!). E ainda fizeram os figurantes rirem de qualquer piadinha que um dos agentes fazia.
Resumindo: fica complicado fazer um balanço sobre o episódio. Ao mesmo tempo em que a história tinha um grande potencial, eu fiquei com a sensação de ter lido a biografia de um serial killer. Eu gostei… Mas também não gostei. Os roteiristas de Criminal Minds erraram feio nessas duas últimas semanas depois de quatro episódios em sequência muito bons. O que me desanima, e muito, com esses dois últimos episódios da próxima quarta e me faz pensar se essa season finale vai ser como se fosse um episódio qualquer no meio da temporada.
Acho que nessa semana acabei não comentando tanto como eu costumo, não só porque o episódio em si não tem muito que comentar, mas também pela minha insatisfação com a qualidade que eu vi. E o que eu menos quero é fazer uma resenha enorme descendo o pau na série que eu tanto gosto. Bom é isso, até semana que vem e com esperanças de que eu tenha que me desculpar por todo esse pessimismo! Não se esqueçam de comentar para saber se sou eu que ando muito chata mesmo ;x
p.s.1: não importa se é faculdade ou colégio, se é público ou privado, americano ou brasileiro: em qualquer situação sempre têm os três, quatro nerds da sala que têm que ficar perguntando e interrompendo o professor (nesses caso, os agentes) o tempo todo!
p.s.2: a série perdeu a oportunidade de agradar muitos fãs (não faço parte deles) ao não mostrar Gideon e Elle nos flashbacks e não trazer os atores para aparecerem em pelo menos um episódio depois das saídas estranhas.
p.s.3: o Reid de 2009 estava hilário! E não lembro mais se a Prentiss e a Garcia tinham aqueles cabelos naquela época o.O
p.s.4: eu não encontro uma palavra que descreva o que eu senti quando o Womb Raider começou a cantar parabéns para o Reid. Muito cruel! Cheguei a ter calafrios.
p.s.5: não, eu não esqueci! E a peruca do Rossi??????? Deixo essa pra vocês comentarem haha

Criminal Minds | 7ª Temp. | Ep. 21 | Legenda Português

Oi gente,desculpe não postar a URL do episódio 20,não estou conseguindo achara de maneira alguma e vou ter que deixar para trás,e além disso,esqueci de por esse spoiler,desculpem...
Aqui está a URL:
http://www.youtube.com/watch?v=WGIGjUHbskk

E o spoiler:


finalmente Criminal Minds volta do seu hiatus. Após duas semanas de espera já estava ficando com uma sensação estranha de que estava faltando alguma coisa! Talvez por toda essa demora e pelo começo de episódio muito bom, estava com a expectativa bem alta. E, infelizmente, para mim essa expectativa não foi correspondida. Achei que os roteiristas acabaram se perdendo. Estavam com uma história sensacional nas mãos e não usaram todo o potencial que tinha.
Já não lembro qual review exatamente, mas algumas semanas atrás eu comentei sobre o lado da família dos assassinos e grande parte do foco desse episódio foi sobre isso. Eu não consegui crucificar a Helen por ter ficado ao lado do marido quando este foi descoberto e preso pelo assassinato de 25 mulheres. Em casa ele era uma pessoa totalmente diferente e foi o único que a apoiou quando ela teve câncer. É algo compreensível. Não aprovado por mim, mas compreensível. Mesmo achando a postura da mulher estranha durante as conversas com a Prentiss e o Rossi, foi essa minha opinião. Pelo menos até os 40 minutos de vídeo rodado…
Porque depois a minha reação foi: “que é isso? Tá loucona!!!!!”. Não foi nada imprevisível a transformação da Helen no final, mas mesmo assim é chocante. E no final a pergunta que ficou me martelando era se ela também não tinha algum tipo de envolvimento ou algo do tipo. O finalzinho ficou bem subentendido e acredito que cada um vai tirar as suas próprias conclusões, mas para mim aquela mulher era tão perigosa quanto o seu serial killer admirador.
Em 15 minutos o unsub já havia matado três mulheres e em vez de manter esse ritmo frenético os roteiristas optaram por dar uma grande explicação do por quê dessas mortes. Eu sempre digo que episódio acima da média é aquele que o assassino tem um motivo sólido (com exceção daqueles que é por pura psicopatia, os melhores episódios na maioria das vezes) para explicar os assassinatos e foi essa a intenção, mas que ficou forçada e não funcionou da maneira que deveria para mim.
Um assassino que comete crimes em lugares que ele escolheu para aparecer em um mapa na forma de coração com a sua amada no meio? Inverossímil. E eu posso continuar citando outros pontos que não me agradaram, como a sacada super rápida do Hotch de colocar os pontos dos assassinatos em outro mapa que já tinha a marcação da casa da Helen; ou então o fato deninguém, mas absolutamente ninguém, ter visto fotos da primeira vítima e ter notado que ela tinha cabelo comprido; ou mais, só a Prentiss ter visto o corpo da quarta vítima e em uma distância incrível. E além de tudo isso a parte da peruca ensanguentada também não me agradou.
Acredito que esses tenham sido os motivos de eu ter ficado com a impressão de que o episódio poderia ter sido muito melhor. Prometeram um unsub cheio de características bem interessantes e não conseguiram aproveitar bem elas.
Com grande pesar eu digo que não gostei do episódio e que esperava muito mais. E pra piorar ainda é saber que estamos a duas semanas do fim da temporada. Não sei se estou sendo dura demais com a série e vocês gostaram, fico até com um pé atrás quando tenho uma opinião assim. Então comentem sobre o que acharam e até semana que vem!
p.s.2: Prentiss comprando uma casa. Hum. Aguardo mais novidades sobre isso.
p.s.3: alguém tem uma boa ideia do porquê que o Reid NUNCA dá a mão para cumprimentar os outros?
p.s.4: existe um fetiche específico pra quem se excita com corte de cabelo. UNBELIEVABLE.
p.s.5: o unsub pedindo pra ser liberado com a promessa de que não iria mais matar: Hilário!

Criminal Minds | 7ª Temp. | Ep. 19 | Legenda Português

oi gente, to com o episódio 19 nas mão ai pra vocês,como ja sabem,é só apertar na URL do site (You Tube) e esperar o vídeo carregar,e desculpem a demora,não tive tempo nessa e na outra semana para postar...
Aí está a URL:
http://www.youtube.com/watch?v=jF9Z1wPE9qo
é só entrar tah gente,neijos

domingo, 22 de abril de 2012

Spoiler 7×20: The Company

OI gente! aqui temos um outro spoiler e parece que a temporada está acabano e eu estou muito feliz porque quero muito que a 8ª temporada comece,deve ser muito boa!!!



E a síndrome de Estocolmo ataca novamente. Talvez não tão clássica como normalmente é, já que tinha uma criança envolvida, mas foi ela, mais uma vez, a causadora da passividade entre uma vítima e seu sequestrador. Em “The Company” o caso da prima desaparecida de Morgan, Cindy, é retomado. E confesso para vocês que quando fiquei sabendo que era esse o assunto principal do episódio pensei: “que saco!”. Acabei me enganando. E eu adoro quando isso acontece!
Não foi um episódio violento, que te deixa com aquela tensão e com um arrependimento enorme por ter assistido CM de noite. Mas a carga dramática e o envolvimento que o telespectador tem com a situação terrível da Cindy fazem com que, mais uma vez (eu sei que tá ficando repetitivo, mas me desculpe, eu tenho que comentar), o alto nível da série seja atingido. A partir do episódio 17 (“I Love You, Tommy Brown”) dessa temporada, Criminal Minds vem em uma melhora notável que só me deixa mais empolgada para a season finale. Se o que já estava bom conseguiu melhorar, imagino que o raciocínio seja o mesmo e o que está ótimo irá subir de nível mais ainda.
Foi uma ótima sacada essa história da Companhia como pano de fundo para o sequestro. Malcom Ford raptou a prima de Morgan, a manteve em custódia por oito (!) anos e ainda fez um contrato de escravidão. Honestamente não sei se foram descobertos casos parecidos com isso recentemente na realidade e acabei nem procurando, mas soa até impossível na minha cabeça que isso realmente exista. E o pior é que é algo feito com a aprovação da escrava, nesse caso, as mulheres. Quando a esposa de um dos amigos do Malcom (esqueci o nome dos dois, perdoem-me) mostra o seu quarto para a Cindy eu fiquei perplexa. Como que alguém se sujeita a isso? E por mais nonsense que pareça, aposto que existe gente assim mundo afora.
Com exceção daquelas mentirinhas que são enterradas na hora e que na maioria das vezes só acabam fazendo o bem para outra pessoa, sou totalmente contra mentiras. Quem descobre a verdade depois se sente traído e a confiança de antes nunca volta a ser mesma. E podem apostar, assim que começa uma mentira ela acaba se tornando duas, que depois viram três e assim por diante. Por mais nobre que tenha sido o motivo do Derek, acaba não justificando a mentira contada para a família. O tapa foi bem merecido e tenho certeza que ele não fará novamente.
“Sabe, um herói de verdade superaria isso ao invés de ficar tropeçando no seu próprio ego.” – Penelope Garcia fez o comentário perfeito que eu tanto esperava o Morgan ouvir. Ele é incrível, um ótimo agente, sem dúvidas nenhuma. Mas tem muitas vezes que ele acaba achando que é ainda melhor do que já é e acaba prejudicando não só ele, como a equipe. Felizmente ele caiu na real e fez o papel do herói que a Garcia e eu tanto queríamos.
Hora da revolta e do xingamento: Criminal Minds entra, novamente, em hiatus. Mais duas semanas sem episódios inéditos. Mas se serve de consolo esse é o último. A partir de 02 de maio, serão apenas mais dois novos episódios e a finale com duas horas de duração (divulgar que são 2h deveria ser considerado crime porque isso se chama propaganda enganosa. Na verdade a duração deve ficar em torno de 1h e 20 minutos) fechando o ano. Bom então é isso. Comentem sobre o que acharam do episódio e nos vemos dentro de quinze dias. Ate lá!